quinta-feira, 16 de fevereiro de 2006

Memórias do cinema

Bengt Ekerot e Max von Sydow em Det Sjunde Inseglet (O Sétimo Selo, 1957)

2 comentários:

Sunday Morning disse...

fui ver este filme ontem na cinemateca, é um filme intemporal, coloca as nossas dúvidas de existencias de uma forma muito filosofica

A.C. disse...

Eu também o vi pela primeira vez há bem pouco tempo e devo confessar que se tornou um dos meus all-time favourites. Adorei o surrealismo da morte assumir forma humana e, suprema ironia, aceitar uma partida de xadrez para decidir a vida de alguém.

Muito bom mesmo.