Ele é a mais recente sensação pop no Reino Unido. Nascido no Líbano, Mika Penniman subscreve uma fórmula musical simples, produzida deliberadamente para agradar às massas e que se socorre do cardápio completo de ingredientes de um blockbuster feito à medida: estruturas melódicas de chapa, refrões orelhudos e cores instrumentais garridas. A essas impressões, acresce uma assinatura vocal a enlaçar as memórias de Freddy Mercury e os falsetes de Jake Shears. No final, somadas as parcelas, Life in Cartoon Motion não é disco para tirar o planeta da órbita normal e, se como produto mercantil tem o sucesso garantido nas tabelas de vendas, não traz coisas especialmente novas, a despeito de uma ou outra ideia benigna e isolada. Todavia, na maior parte dos casos, esses factos felizes acabam convertidos em peças exageradas e que se enredam irremediavelmente nos seus próprios despautérios, encobrindo o mérito da semente original. E a pertinência pop de Mika. Sobreprodução ou propensão comercial, é pena que para fabricar uma réplica multiusos de Robbie Williams, se subjuguem às regras comerciais alguns esboços razoáveis de canções pop.




































Foram atribuídos, na madrugada de ontem, os galardões dos globos de Ouro deste ano, consagrando os protagonistas maiores da sétima arte em diversas categorias. Tidos como a antecâmara mais próxima dos Óscares, os Globos distinguiram, os seguintes filmes/personalidades nas categorias principais:

