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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Observação de jogadores: Domenico Berardi

Domenico Berardi (Sassuolo)

Natural da região da Calábria, no sul de Itália, despontou para o futebol nas academias jovens do Cosenza, mas chegou à idade sénior já no Sassuolo, em 2012. No ano seguinte, então com 19 anos, seria considerado o futebolista mais valioso da série B. Ainda em 2013, assinaria contrato com a Juventus, mantendo-se no Sassuolo por empréstimo até à presente época (2014/15).

Embora tenha preferência pelo corredor direito, pode ser utilizado em qualquer posição do ataque, seja nas alas ou como avançado de suporte. É um futebolista moderno, com rapidez de processos, agilidade e bom critério. Sabe passar, sabe investir no um-para-um, sabe assistir e aparece bem nas zonas de finalização. É perspicaz a a antecipar as ocorrências do jogo e a aproveitar o erro, por força de uma interpretação sagaz do espaço e da determinação que investe em cada iniciativa. Melhorou na execução das bolas paradas e dos passes para golo e tem tudo para vir a integrar a primeira linha do futebol italiano nos próximos anos.


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sábado, 24 de janeiro de 2015

Observação de jogadores: Daley Sinkgraven

Daley Sinkgraven (SC Heerenveen)

Com um percurso firmado nas selecções mais jovens do seu país desde os sub-17, não surpreende que Daley Sinkgraven apareça agora entre as primeiras figuras do Heerenveen, a sua casa de formação. Na temporada 13/14, foi ganhando o seu espaço, pontuando com qualidade as aparições esporádicas no onze da província de Frísia. Na época em curso (14/15), é já um dos indiscutíveis e uma das estrelas em ascensão na Eredivise, alvo da cobiça de alguns grandes símbolos do futebol europeu.

É um dos centrocampistas que melhor pensa o jogo no futebol holandês, fruto da inteligência com que interpreta as movimentações colectivas e antecipa as acções de jogo. É um desbloqueador nato, rápido a decidir e executar, sempre com qualidade à procura da melhor solução para libertar a bola. Tornou-se um genuíno médio de construção, com notória facilidade no passe de transição/ruptura. Pode jogar na segunda linha do meio-campo, como médio puro de ataque ou interior esquerdo, embora ocasionalmente tenha jogado no corredor. No entanto, é no meio que o seu futebol respira melhor. Se tiver o crescimento competitivo que se espera de um jogador que tem dezanove anos, pode vir a ser um dos valores seguros do seu país para o futuro. 

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Observação de jogadores: Cléberson

Cléberson (Atlético Paranaense)

Embora as primeiras coordenadas do seu percurso futebolístico tenham origem em Belo Horizonte (Cruzeiro), é um "produto" da formação do Atlético Paranaense, agremiação a que está ligado desde 2010. Dois anos depois de ter chegado a Paraná, debutou pela equipa principal, aos 20 anos, no ano de regresso do clube à Série A.

É um defesa central perfeitamente apto nas exigências do futebol moderno, sobretudo em razão da rapidez e agilidade, da apurada leitura dos momentos do jogo, do correctíssimo sentido posicional e da intensidade/concentração que empresta ao jogo. É muito forte na antecipação - é a sua imagem de marca - e interpreta bem os espaços de acção do jogo, as temporizações e a movimentação colectiva adversária. O jogo áereo (defensivo e ofensivo) é um dos seus recursos mais valiosos. Tem boa presença nas bolas paradas ofensivas, o que costuma render-lhe a concretização de alguns golos. "Brigão" (ao estilo do luso-brasileiro Pepe), raramente é batido em duelos individuais em velocidade. Não é o central mais elegante do Mundo, mas foi uma das figuras de destaque do Brasileirão 2014. Pode estar na calha uma saída para o futebol europeu.

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quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Observação de jogadores: Karlo Lulic

 Karlo Lulic (Sampdoria)

Transferido recentemente para a Sampdoria, depois de um diferendo com o seu clube de formação (desde 2010) quanto à renovação de contrato, é um dos talentos emergentes do futebol croata. Com dezassete anos, debutou na principal liga do seu país pelo Osijek, depois de ter despontado no modesto Mladost Cernik, da Slavonia, de onde é natural. É internacional sub-19 pela Croácia.

É um médio de construção, apto a jogar numa segunda linha de meio-campo, com derivações pontuais para os corredores laterais. Tem iniciativa e gosta de ter a bola nos pés, o que lhe permite fazer uso dos recursos técnicos. Porque conduz bem a bola, tem um bom drible e faz uma leitura espacial correcta do jogo, consegue boas chegadas à zona de finalização, ora assistindo, ora marcando alguns golos. É um improvisador elegante e hábil com os dois pés (embora dê primazia ao direito). Esta saída prematura para o futebol italiano pode permitir-lhe alguma evolução táctica e, se for capaz de redimensionar fisicamente o seu futebol (mais rotação e mais pique), tem tudo para tornar-se um centrocampista completo.

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sábado, 24 de maio de 2014

Observação de jogadores: Youri Tielemans

Youri Tielemans (Anderlecht)

No exigente quadro do futebol moderno, não é comum ver-se um médio defensivo afirmar-se ainda antes da maioridade, mas é isso que tem acontecido com Youri Tielemans. Produto da formação do Anderlecht - único clube que representou até à data - vem firmando o seu espaço no emblema belga, a ponto de ter-se tornado o mais jovem estreante do seu país na Champions, apenas com 16 anos. De então para cá, cresceu nas equipas de jovens do Anderlecht e chegou com naturalidade ao plantel principal. 

Apesar da tenra idade, surpreende a leitura espacial que faz do jogo e a sua maturidade táctica. Tem um comportamento posicional muito evoluído, com a exacta noção de onde tem que estar para garantir os equilíbrios tácticos da sua equipa. Depois, e porque é um centro-campista completo, é apto em todos os momentos do jogo: sabe recuperar a bola, assume a primeira fase de construção com critério e lança bem o momento ofensivo, em razão da excelência do passe e da visão de jogo apurada. Alia capacidade técnica acima da média com potência física, o que faz dele um médio com desembaraço, cultura de posse da bola, inteligência na transição (ofensiva e defensiva) e sentido utilitário do jogo. É comum encontrar a solução de passe mais eficiente para soltar a equipa para a frente, ora ao primeiro toque, ora depois de driblar adversários para libertar-se da zona de pressão e mudar o centro do jogo. Fala-se do interesse de grandes emblemas nele e, se evoluir consistentemente (acabou de completar dezassete anos e já joga nos sub-21 da Bélgica), tem tudo para tornar-se um médio de excelência para os próximos anos do futebol europeu.

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quinta-feira, 22 de maio de 2014

Observação de jogadores: Karol Linetty

Karol Linetty (Lech Poznan)

Desde os dez anos nos escalões de formação do Lech Poznan, o centro-campista Karol Linetty integrou as várias selecções nacionais do seu país, chegando prematuramente à equipa principal, em virtude do reconhecimento dos seus predicados técnicos e da maturidade táctica que foi capaz de demonstrar desde cedo. Debutou, com 18 anos, em 18 de Janeiro de 2014, na selecção maior da Polónia.

É um médio perfeitamente adaptado às características e exigências do futebol moderno e com a capacidade de, no corredor central, interpretar bem qualquer posição do meio-campo. Embora já tenha sido utilizado como pivot defensivo, é como médio de segunda linha que o seu futebol melhor respira, seja pela apetência inata para construção de jogo, seja pela naturalidade com que solta a equipa para o espaço ofensivo, com excelente controlo de bola, bom drible e a oportuníssima descoberta de soluções desequilibrantes, ora no passe de ruptura, ora recorrendo ao remate de meia distância. Tem bom toque de bola e uma chegada criteriosa à zona de finalização e, se evoluir consistentemente, pode tornar-se um genuíno médio box-to-box. Fala-se do interesse de grandes emblemas europeus no seu concurso. Deverá integrar a esquadra polaca no próximo campeonato do Mundo.

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sábado, 17 de maio de 2014

Observação de jogadores: Matthias Ginter

Matthias Ginter (Freiburg)

Natural de Freiburg, é hoje um dos principais activos do maior clube local, depois dos primeiros anos de formação terem sido passados no SV March. É presença regular na primeira equipa desde a temporada 2012/13 e desde aí tem sido sistematicamente convocado para as selecções jovens do seu país, somando já internacionalizações pela Mannschaft em 2014. 

Com formação de defesa central, pode jogar em qualquer um dos lados do centro da defesa e é aí que vem solidificando o seu estatuto, embora já tenha sido pontualmente utilizado como médio defensivo. É dextro e, mesmo não sendo muito elegante na condução da bola, gosta de sair a jogar. É muito forte na antecipação porque lê bem o jogo, é culto nas movimentações defensivas e tem excelente timing no desarme. Competente no jogo aéreo e com a bola na relva, tem todas as características de um defesa central moderno: agilidade, rapidez e simplicidade de processos e bom sentido posicional. Quando tem oportunidade, gosta de lançar a bola em profundidade, podendo ser uma arma importante num colectivo especializado em transições rápidas. É um dos nomes mais falados da nova geração alemã e está pronto para o salto para um emblema com outra ambição.

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sexta-feira, 16 de maio de 2014

Observação de jogadores: Alireza Jahanbakhsh

Alireza Jahanbakhsh (NEC)

Oriundo do país de Médio Oriente que mais talentos deu ao mundo do futebol nos últimos anos, Alireza Jahanbakhsh cedo despertou a atenção de olheiros internacionais, sobretudo quando se estreou, aos dezasseis anos, na selecção sub-19 do seu país, no Campeonato Asiático de 2010. Já aí deixara sinais de uma maturidade ímpar e de qualidades técnicas acima da média da competição. Em 2013,  inaugurou a sua aventura europeia, comprometendo-se por três anos com o NEC Nijmegen e firmando-se quase imediatamente como um dos mais interessantes futebolistas do colectivo holandês, apesar da despromoção nos playoffs de 2013/14. Debutou na selecção principal do Irão, com a chamada de Carlos Queiroz em Outubro de 2013, na qualificação da Asian Cup, poucos dias depois de completar vinte anos.

Embora tenha predisposição natural para jogar na ala direita, pode jogar como segundo avançado ou à esquerda. É um bom transportador da bola, graças a um interessante controlo em velocidade, à iniciativa e ao facto de não temer o risco. Tecnicamente evoluído, apesar da ilusão de desconchavo que a sua passada larga transmite, é apto no 1 para 1 e ensaia o competente remate do seu pé direito sempre que possível. Culto na movimentação ofensiva, tem boa chegada à zona de finalização e, por isso, faz alguns golos e assistências. É criterioso no passe e mentalmente ágil a encontrar a melhor solução para soltar a bola. Se for capaz de elevar o padrão do seu pique e potência, pode tornar-se um caso sério de futebolista de transição, à imagem da definição moderna de jogador de corredor. Não é futebolista para estar perdido na segunda divisão do futebol holandês e certamente mudar-se-á, no próximo verão (e depois do Mundial) para outro emblema.

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terça-feira, 13 de maio de 2014

Observação de jogadores: Morgan Sanson

Morgan Sanson (Montpellier)

Embora tenha tido um percurso praticamente desconhecido até chegar à primeira equipa do Le Mans, em 2012/13 (com 17 anos), passando a justificar presença regular nos sub-19 da França, Morgan Sanson é, hoje, um dos mais cobiçados talentos da nova geração do seu país. Quando chegou ao Montpellier, no ano seguinte, já motivava a atenção dos olheiros por toda a Europa e rapidamente se estabeleceu como um dos regulares em La Paillade

Com uma maturidade táctica invulgar num miúdo de dezanove anos, é um talento inato para descobrir soluções ofensivas,  exemplo de centro-campista moderno e completo: participa na defesa (não sendo um recuperador natural, é capaz de resgatar a posse de bola), é culto na leitura posicional do jogo e nos equilíbrios entre o momento defensivo e ofensivo e apto na construção em posse de bola. É um médio criativo e uma das suas principais virtudes é o passe. Não sendo um futebolista fisicamente rápido, empresta velocidade ao desdobramento ofensivo da equipa através da precisão do passe longo e da inteligência com que arquitecta as transições e as saídas de zona de pressão. Como dextro, tem apetência natural para cair à direita de uma segunda linha interior do meio-campo, embora se sinta muito bem no espaço central ou, menos vezes, na interior esquerda. Temporiza muito bem o momento de soltar a bola, ora usando o passe longo para a fazer chegar rapidamente ao espaço de ataque, ora apelando aos recursos técnicos que possui para aguardar o melhor momento de saída, em função do posicionamento do colectivo. Um dos grandes médios da sua geração e com capacidades para tornar-se, nos próximo anos, um dos melhores futebolistas europeus, assim seja capaz de evoluir.

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sexta-feira, 9 de maio de 2014

Observação de jogadores: Tonny Vilhena

Tonny Vilhena (Feyenoord)

O apelido vem da ascendência angolana do seu pai. É um produto das escolas de formação do Feyenoord, onde chegou em 2003. Rapidamente escalou as várias etapas das equipas nacionais holandesas, sendo internacional em todos os escalões até aos sub-21. No decurso desse trajecto, foi duas vezes campeão europeu de sub-17 (2011, 2012).

É hoje um titular indiscutível do principal clube de Roterdão e um dos valores seguros da nova geração holandesa. Culto na posição de médio centro, é sobretudo como médio de segunda linha que faz valer os seus créditos: criatividade, excelência no lançamento longo e boa saída de zona de pressão. É um médio moderno, inteligente e elegante, um improvisador e um inventor de oportunidades de golo. Além disso, tem boa chegada à zona de finalização e faz golos com relativa frequência. Respira melhor se não estiver amarrado a uma disciplina táctica muito rígida, no sentido de melhor aproveitar o critério de organização, a noção de distribuição do jogo para zonas com maior fluidez de saída - chama a contento os corredores laterais ao jogo - e a assertividade das suas iniciativas. Não sendo um médio de inato recorte defensivo, compromete-se bem nessa missão quando a ela é chamado e não vira a cara à luta, a despeito de ser um jogador tecnicista e, por natureza, menos dado ao choque e à dimensão física do jogo. Titular dos sub-21 da Holanda, está à porta da selecção principal e de uma transferência para outro emblema no espaço europeu. 

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domingo, 4 de maio de 2014

Observação de jogadores: Saúl Ñíguez

Saúl Ñíguez (Rayo Vallecano)

Apesar de ter nascido na Comunidade Valenciana (Elche), mudou-se para o Atlético de Madrid antes de completar quatorze anos, depois de uma breve passagem pelos primeiros escalões do Real Madrid. Com um passado consistente na selecção espanhola, tendo sido internacional em todos os escalões, é hoje um regular dos sub-21 e um dos valores mais cobiçados do futebol espanhol. Na temporada 13/14 foi emprestado pelo Atlético de Madrid ao Rayo Vallecano, assumindo-se como uma das referências da equipa. Estará de regresso ao Atleti na próxima estação, mas já se fala da cobiça de grandes emblemas do futebol europeu.

Embora possa ser utilizado no centro da defesa, é no meio-campo que o seu futebol ganha outra dimensão, seja como pivot único ou como médio de segunda linha. Vem-se destacando na posição seis, graças a um sentido posicional apurado, alicerçado em duas características indispensáveis ao médio defensivo moderno: correcta interpretação da dinâmica do jogo e cobertura eficaz da sua zona de acção. É um bom organizador, podendo assumir a incumbência da primeira fase de construção, em razão dos processos simples que aplica, da inteligência a mudar o centro do jogo e em tirar a bola das zonas de pressão. É ágil a decidir e criterioso na hora de entregar a bola. Tem bom toque, gosta de jogar de cabeça levantada e é um pêndulo táctico: não se entusiasma amiúde em incursões ofensivas, preferindo assegurar o equilíbrio posicional da equipa. Um valor seguro do futebol espanhol e que está preparado, depois do tirocínio em Vallecas, para outro nível de exigência. 

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Observação de jogadores: Richairo Zivkovic

Richairo Zivkovic (Groningen)

Oriundo dos escalões de formação do Groningen, rapidamente progrediu até a primeira equipa, por força das impressionantes capacidades físicas e técnicas. Estreou-se pela equipa principal do Groningen em 2012, então com 16 anos e dois meses. Em Agosto de 2013, em encontro da Eredivisie contra o NEC, tornar-se-ia o mais jovem marcador de sempre do clube, com 16 anos e 10 meses, destronando o anterior detentor desse registo, Arjen Robben.

Com apenas dezassete anos (!), é presença regular do onze do Groningen e um dos principais valores emergentes do futebol holandês, titular da selecção de sub-19. Tem raízes na Sérvia e na ilha de Curação, nas Antilhas Holandesas, mas nasceu na Holanda. Apesar do 1,86 mt de altura, é ágil e muito inteligente na desmarcação. Tem bom controlo de bola em velocidade e isso faz dele um avançado móvel, apto nos movimentos de transição e nas rupturas. Dá verticalidade ao jogo, com processos simples, oportunismo e uma invulgar maturidade posicional para a sua idade. Surge quase sempre bem colocado e, não sendo um goleador puro, tem a espontaneidade própria de um bom finalizador. Se evoluir como se espera, pode tornar-se um dos grandes jogadores europeus dos próximos anos. Para já, tem transferência assegurada para o Ajax, a partir de Julho de 2014.

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